sábado, 22 de julho de 2017

Surpreendam-se com João Barradas - os artistas da FESTA


O programa musical da FESTA não deixa ninguém de fora, a ideia é essa, incluir na diversidade de géneros musicais e do gosto de cada um.
Jazz com João Barradas e a introdução de um invulgar instrumento musical neste género musical, O acordeão. Esta é uma, de entre as muitas e constantes surpresas que o jazz português nos tem proporcionado nos últimos anos.

Comprovem assistindo ao vídeo e indo à FESTA para o ver e ouvir ao vivo.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Espaço à Ciência - a Ciência na FESTA


A FESTA não é só da Música, do Teatro, das Artes Plásticas e do Livro. A FESTA é também da Ciência.

Mar – património e potencialidades é o lema do Espaço Ciência, que inclui uma exposição central com elevado rigor científico e atualidade e proporciona a oportunidade para refletir, debater e perspetivar sobre áreas do conhecimento próprias das ciências naturais e sociais. Na exposição sistematiza-se aspetos como o contexto histórico, cultural e social, o enquadramento científico, os recursos marítimos, as potencialidades e oportunidades, o desenvolvimento regional e nacional, as decisões políticas e as propostas do PCP.

As observações, demonstrações e experiências conduzidas por especialistas, a relação da ciência com as várias formas de arte e o espaço Criança são algumas das atrações que o Espaço Ciência oferece ao visitante, seja este mero curioso ou especialista. Haverá ainda debates subordinados às várias perspetivas relacionadas com a temática.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Festa do Livro - a literatura na FESTA


A FESTA não é só da Música, do Teatro ou das Artes Plásticas, a Festa é, também, do Livro.
Sessões de apresentação de novos livros, conversas com os autores, debates e a Festinha do Livro para os mais novos.






São milhares de títulos, dezenas de editoras, descontos e promoções. Ou seja, a Festa do Livro é de visita obrigatória. Porque ler é libertador.

domingo, 16 de julho de 2017

António Zambujo - os artistas da FESTA





O António Zambujo também vai à FESTA e, como ele, muitos outros cantautores como os açorianos Luís Alberto Bettencourt e Zeca Medeiros. 






O momentos dará conta de outros artistas e grupos musicais que irão participar na edição 2017 da FESTA DO AVANTE.
António Zambujo cultiva e afirmou um estilo musical muito próprio que, bebendo nas suas raízes culturais, se foi libertando e universalizando.



sábado, 15 de julho de 2017

A 20.ª Bienal - as artes plásticas na FESTA


A FESTA não é só da Música ou do Teatro. A FESTA é, também, das Artes Plásticas.



No espaço das Artes Plásticas decorre a 20.ª Bienal. O desenho, a pintura, a escultura, a gravura, a fotografia e o vídeo.
Esta edição da Bienal, a 20.ª, registou a participação de cerca de 120 concorrentes, nacionais e estrangeiros, nomeadamente da Colômbia, Brasil e Espanha, e mais de 200 obras, das quais foram selecionadas 80, de 66 autores, que serão expostas durante os três dias da Festa.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

... dos pequenos poderes ou a turma dos lambe-lambe

Na administração pública alguns servidores do Estado julgam estar empossados, vá-se lá saber porquê, de um poder que lhes permite ter comportamentos discricionários e praticam-nos impunemente, Até um dia.
Nem sempre quem tutela, politicamente, tem conhecimento de como os pequenos “poderes” são exercidos. Porém, convém à tutela que assim seja e, convém ainda mais que isso tenha como efeito a aceitação acrítica, de orientações, políticas e práticas de poder, pelos cidadãos que utilizam ou são utentes dos serviços públicos e pelos servidores do Estado que dependem hierarquicamente dos pequenos “poderes”. 
Ao poder político executivo e tutelar não convém que se levantem vagas que possam induzir à reflexão e, os pequenos “poderes” tratam de que assim seja. Alguns destes protagonistas são seres subservientes, diria mesmo, são seres invertebrados, seres sempre de costas curvadas perante quem os tutela politicamente, e autênticos “coronéis” no exercício das suas funções de chefia. Mas, como se sabe, tudo isso tem um tempo pois, com exceção da instituição militar, os “generais” na administração pública são-no apenas a momentos, algum tempo depois voltam às fileiras da soldadesca, sem galões, nem honra, nem glória.

Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 10 de Julho de 2017

domingo, 9 de julho de 2017

Dervish - os artistas da FESTA


O Luís Alberto Bettencourt e o Zeca Medeiros vão à FESTA, mas os Dervish também. Vai ser uma folia.



  


"Com 28 anos de existência e 12 álbuns editados, os Dervish são considerados internacionalmente como um dos nomes mais importantes da música tradicional irlandesa. Na sua formação encontram-se alguns dos melhores músicos da Irlanda, liderados por Cathy Jordan, considerada por muitos como a voz mais distinta e a melhor intérprete da folk irlandesa. Excecionais executantes, vozes de cortar o fôlego, os seus concertos caracterizam-se por arranjos cuidadosamente elaborados, explorando os ritmos e as infinitas complexidades da excelente música irlandesa." 

sábado, 8 de julho de 2017

Da Lua e da música que gosto e não gosto

Ontem, por cá, aconteceram alguns espetáculos ao vivo. Um deles terá sido na Ribeira Quente com a Aurea, não andaria um passo sequer para a ir ver e ouvir. Lamento se desiludo alguém, mas não gosto. Não gosto da Aurea nem de outros sucedâneos de um género musical que ainda estou para saber como é que tantos fãs, e por muitos bons que estivessem os chicharros, de que eu tanto gosto, prefiro ir à Ribeira Quente quando por lá não está a Aurea.





A noite estava cheia de Lua e houve quem fosse caminhar e correr para as cumeeiras das Sete Cidades. Uma alternativa ao ambiente de festa permanente que se vive um pouco por toda a Região, ambiente festivo que de vulgar começa a enfastiar.





Cá por mim depois de ver os cabelos de Iemanjá espraiados no mar de S. Miguel, recolhi e fui ver e ouvir um concerto de um animal de palco que dá pelo nome de Beth Hart.



Por música desta e por uma voz assim vale a pena ir a qualquer lado, embora não tenha saído da casa para assistir. Deixo uma amostra no vídeo abaixo e para quem gostar deste género musical ou, para quem, como eu, gosta apenas de música vejam o concerto integral clicando em Beth Hart Live At Paradiso Amsterdam, 2004






sexta-feira, 7 de julho de 2017

Avanteatro - o Teatro na FESTA


Nem só de música se faz a FESTA. Os motivos de interesse são os mais diversos e, todos eles valem por si só. São como tu. És único, mas não serás o único na FESTA. Contigo vão estar muitos milhares de jovens e menos jovens para fruir do maior e melhor, não temos que ter medo das palavras, é o maior e melhor evento cultural que anualmente se realiza em Portugal.
Se puderes vai. Vais gostar e nem sequer é preciso seres da JCP ou do PCP, nem sequer simpatizante da CDU. Há lugar para para ti, há lugar para todos.
A programação do Avanteatro para 2017 não é melhor nem pior que outras edições, É excelente. Confere aqui se não conferiste já.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

... de Cabo Verde

Foto by Aníbal C. Pires (ilha do Sal, Cabo Verde)









Porque hoje se comemora a independência de Cabo Verde ficam, em jeito de homenagem ao povo cabo-verdiano, estes pequenos trechos, separados por um vídeo, de um texto escrito em Julho de 2004.




(…) O meu fascínio por África, e em particular por Cabo Verde, surgiu e foi-se desenvolvendo durante a minha infância, vá-se lá saber porque é que uma criança nascida e criada em terras do interior do continente português, e de onde só saiu quando jovem adulto, se sentia atraída por uma terra, um povo e uma cultura tão distante.
Não sei se pela dolência das "mornas", se pela harmonia das "mazurkas", se foi a alegria do "funaná" e da "coladeira", ou os ritmos alucinantes da "tabanca" e do "batuque" que o fascínio por esse povo, moldado pelo vento Leste, pelo imenso Atlântico, pela chuva que não cai e pela dor da "hora di bai", foi crescendo e ganhando uma cada vez maior admiração. (…)





(…) A dispersão dos cabo-verdianos pelo mundo tem origem nas clássicas motivações da emigração e o ideário de retorno a "nos terra" está sempre presente. A coesão e pujança da comunidade transnacional assentam em dois pilares, que foram, igualmente, basilares na construção da própria caboverdianidade e identidade nacional: O crioulo – língua nacional; e a representação coletiva do território, a relação com a "terra mãe/nos terra", que nos cabo-verdianos tem um acentuado carácter mágico-religioso.
Para os cabo-verdianos da terra-longe e, em particular aos que vivem e trabalham na Região Autónoma dos Açores, aqui fica a minha homenagem e os votos de que Cabo Verde possa continuar na senda do progresso e do desenvolvimento. (…)